Oi pessoal, hoje me perguntaram a origem do termo foca e eu não soube responder, por isso, fui pesquisar e resolvi compartilhar com vcs, o texto é bem legalzinho e fala de outros termos tbm usados nas redações.

O texto é de Valdir Sanches*

foca2“Desce o pingão.” Não é conversa de bar, é de redação. Na redação dos jornais, sugeria-se um “pergunta e resposta”, quando a idéia era publicar uma entrevista dessa forma. Depois, passou a ser um “pingue-pongue”. Com o tempo, os jornalistas, por pressa ou preguiça, aboliram o pongue. “Vamos fazer um pingue com o secretário.”

Ora, uma entrevista longa, que resulta num texto grande, passou a ser um pingão. “Desce o pingão com a Marta.” Esse “desce” se explica: antes da informatização, as matérias, batidas à máquina, em laudas de papel, desciam para a oficina. Hoje, vão pelo cabo do computador.

Em termos de jargão do jornalismo há exemplos clássicos. Foto do entrevistado é “boneco”. “Vou dar um boneco do Covas aqui no alto”, diz o editor, apontando para a página. A continuação de uma matéria, na edição do dia seguinte, é “suíte”. O chefe da reportagem: “Vamos suitar a invasão dos sem-teto”. “Matéria” mesmo, em lugar de “reportagem”, é um jargão.

Em certas redações, antigamente, você flagrava um editor pedindo a um repórter: “Cerca essa vaca para mim.” Geralmente era para apurar melhor uma notícia surgida “em cima do fechamento”. Ou seja, perto do horário de fechamento da edição – hoje, em alguns casos, pernosticamente chamado “dead line”. Mas, voltando à vaca. O que acontecia é que ela estava indo para o brejo…

Outro bicho, este marcante no jargão do jornalismo, é a foca. Na verdade, “o” foca. Jornalista novo, inexperiente. Um foca. Consta que o apelido vem dos remotos tempos do flash a magnésio. Os fotógrafos dos jornais preparavam suas máquinas: focavam e deixavam o obturador (uma pequena “janela”) aberto. Quando todos estavam prontos, alguém riscava um fósforo numa placa de magnésio e ela “explodia” num clarão. Essa luz passava pelo obturador aberto e impressionava a chapa, o avô do filme.

Ocorre que alguns fotógrafos, inexperientes, demoravam para preparar a máquina – e atrasavam os outros. “Péra aí, estou focando.” E os outros: “Foca logo, caramba”. E mais tarde… “Ih, lá vem o foca”. Esta é a história que eu conheço. Vendo o peixe como comprei.

* Valdir Sanches é jornalista e colunista do Planeta Express

Confrontos entre quadrilhas de bandidos e a polícia em São Paulo, nos últimos dias, expuseram um dos profundos problemas sociais do Brasil: a violência urbana. O maior país da América Latina vive dias que há muito tempo não se via e que foram demonstrados pela natureza humana e todo o seu egoísmo. Isso tudo apenas para confirmar toda a irracionalidade brutal com que os homens “civilizados” estão expondo suas vítimas urbanas à violência: o cidadão que sai todos os dias para trabalhar, o aluno que vai a escola e toda a sociedade.
O crime nasce da imensa diferença de classes, ricos e pobres, que é sentido nas prisões superlotadas e policiais imprudentes que atiram sem aviso e para matar. Essa violência colocou em destaque os desafios sociais que vem se arrastando ao longo de uma “pseudo- democracia”, repleta de devaneios sociológicos e utópicos. E que agora mostra a sua cara vergonhosamente, ensinando as diretrizes de “como se organizar”, assunto para o qual o Estado foi criado.
O filme que retrata bem esse caos urbano é: “Notícias de uma guerra particular”, de João Sales, mostrando toda a questão social. De um lado os moradores do morro, que se vêem ameaçados e amedrontados com as constantes guerras de contraventores da lei. De outro, policiais mal remunerados que diariamente arriscam suas vidas num trabalho injusto, com pouca tecnologia à serviço do seu mister e a certeza de nenhuma esperança quanto a melhoria da situação caótica social. Pequenos cidadãos que tão cedo mergulham nas drogas, conhecem a fome de perto, a grande dificuldade miserável para sobreviver e vivenciam a disputa para o ingresso no banditismo. O verdadeiro retrato do sofrimento social, que o Brasil político ainda esconde. O filme utiliza a técnica da realidade sem muita produção de áudio e imagens, demonstrando o tom do cotidiano vivenciado pelos moradores da favela. Todas essas questões, uma boa parte da população, tentam abolir de suas vidas cotidianas, pois ainda causa medo e indiferença. Afinal a vida já é tão complicada, porque, ainda, preocupar-se com problemas alheios? Isso é papel do governo! Isto se resume a maioria do pensamento social que não passa de mentira.
Voltando para o caso de São Paulo, as reivindicações das facções vitimaram cerca de 137 pessoas. Foi liderada por um poderoso grupo do crime organizado, nascido na forma de uma quadrilha de presidiários. A inquietação fez com que aumentasse ainda mais a sensação cumulativa de insegurança na capital econômica brasileira, que seus moradores gostam de imaginar como uma sofisticada cidade mundial.
Os sinais de insegurança abundam em São Paulo, uma metrópole de 20 milhões de habitantes, a terceira maior do mundo. Os ricos vivem protegidos por muralhas com arame eletrificado, e circulam em carros blindados. E o pobre?
Daí se observa que o problema é tão grave que se detectou a incapacidade da polícia em controlar um “sofisticado” grupo de crime organizado – PCC (Primeiro Comando da Capital).
É necessário rever todas as questões que fazem parte da estrutura, da base do problema, pois a violência urbana é apenas a ponta de um imenso iceberg escondido no oceano de problemas sociais que o país parece não enxergar, ou faz questão de escondê-los. Isso até surgirem outros grupos organizados nas diversas áreas sociais.

Por Dennis Martins

Neste mês o Ato Insituicional n. 5  (AI – 5) completa seus 30 anos….

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade… É livre a manifestação de pensamento… É inviolável a liberdade…” (art. 5º da CF de 1988).

O atual texto constitucional contempla a liberdade em todas as escalas referentes aos direitos humanos. Essa liberdade que a Constituição Federal Brasileira traz em suas entrelinhas apenas confirma a verdadeira menção de civismo, vivenciando o auge de um regime democrático. É inegável que o bem maior da sociedade contemporânea é a liberdade conquistada mediante lutas e perdas, que vezes foram de vidas humanas, vezes de liberdades. Somente com a evolução histórica e social a liberdade fundamentou-se em meio a grandes militâncias ideológicas que caminhavam para suprimir a opressão.
Mas a liberdade é natural. O homem já nasce livre, sem amarras e correntes. A privação foi inventada para punir aqueles contrários à lei de convivência social, que muitas vezes, foram interpretadas e usadas de maneira arbitrária. Na democracia, o poder tem que ser exercido de forma justa, pois é a partir de sua aplicabilidade que um povo poderá, de forma real e indireta, governar seu país atendendo suas vontades e necessidades. Liberdade, privação ou democracia são apenas meras nomenclaturas impositivas à sociedade, que subjetivamente já existe em essências embutidas na alma humana.
O ápice negro da liberdade brasileira está na história do país, que polariza a atual Constituição ao Regime Militar de 1964. A liberdade de expressão foi ceifada arbitrariamente dos brasileiros através do texto autoritarista do Ato Institucional nº 5 (13/08/68), do então presidente da República, o militar Costa e Silva, impondo perseguição aos que iam de encontro à ideologia democrática fictícia do regime militar.
O AI-5 destituiu o Congresso Nacional, tirou o poder de decisão do Legislativo e Judiciário, puniu todos os manifestos e concepções políticas com atos de cassação, suspensão de direitos e cargos públicos, privação de liberdade, proibição de freqüentar determinados lugares, manifestação da imprensa e até exílio.
Notoriedades como Gilberto Gil, Zé Dirceu, Caetano Veloso e Chico Buarque não tiveram oportunidade de defesa e argumentação, perdendo o direito de morar em seu próprio país. Pessoas inocentes morreram, provavelmente foram torturadas, humilhadas ou tidas como indigentes.
Um regime militar que pregava uma pseudo-democracia, garantindo a defesa nacional, centralizando o poder na mão do Executivo. O egoísmo e a ambição do golpe não mediram esforços para impregnar sua ideologia repleta de devaneios e ilegitimidades. Que democracia era aquela que aniquilou a liberdade humana?
Mediante toda a corrupção vivenciada na atual crise política do Brasil, temos que concordar apenas com o artigo nº 8 dos 12 que o texto do AI-5 trazia: “O Presidente da República poderá, após investigação, decretar o confisco de bens de todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública…”, se a lei fosse severa, punindo os maus políticos, como em 1968, provavelmente o Estado e a população estariam resguardados dos efeitos destrutivos da corrupção.
Darcy Azambuja, teórico que estuda o Estado, afirma que a liberdade precisa ser difundida com a autoridade de um povo, uma não tem efeito sem a outra. Daí flui toda a importância da liberdade conquistada pela evolução histórica brasileira, de que a liberdade de expressão reflete a condição de uma sociedade mais justa e democrática, para não voltarmos ao estado de sociedade silvícola que o ato institucional nos impôs.
O valor dessa liberdade, no entanto, só é admitida quando subtraída, somente assim percebemos o bem maior que conquistamos todos os dias.

Alunos e visitantes pintam os olhos da personagem Capitu, de Machado de Assis

Alunos e visitantes da Universidade Federal de Roraima ilustraram os olhos de Capitu, personagem mais famoso de Machado de Assis, na última sexta-feira, 28.

A atividade se chamou “Olhos de ressaca” e faz parte da divulgação da nova minissérie da Rede Globo, inspirada na obra Dom Casmurro (estréia dia 9 de dezembro). O nome faz referência ao termo que o autor usa para descrever os olhos da personagem Capitu.

Utilizando diferentes técnicas de pintura e desenho, os estudantes foram monitorados por alunos bolsistas do Programa de Educação Tutorial – PET.

A exposição das obras será no dia 5 de dezembro, no parlatório da UFRR, onde também vai acontecer um debate e apresentação teatral. Tudo inspirado na obra de Machado de Assis.

O objetivo, segundo uma das monitoras do PET, Nayara Rodrigues de Freitas, é motivar a curiosidade das pessoas para o tema da nova produção global. “Como se trata de uma das mais importantes obras da literatura, estamos fazendo esse trabalho para estimular os alunos”.

Carolina Costa e Marília Grande

 

 

O grupo teatral roraimente Arteatro, foi para o Mato Grosso (MT) na última quinta-feira (27) participar do Projeto Sesc Amazônia das Artes, circuito interestadual de produtos artisticos promovido pelo Serviço Social do Comércio (Sesc). O trabalho apresentado no intercamibio cultural, que contou com manifestações artisticas de diversos segmentos, foi a peça teatral O Santo Inquério, que retrata o tempo da inquisição no Brasil, no século XVIII.

 

A peça é um projeto preparado desde 2004 pelo grupo teatral e já foi premiada pela Lei de Incentivo a Cultura do Estado de Roraima e pelo Edital Miriam Muniz. Márcio Sergino, diretor do Arteatro, ressalta que esse é um projeto muito importante para o intercambio cultural na Região Norte.

 

“Cada estado tem suas particularidades e é interessante todos se conhecerem. Além disso, essa é uma iniciativa do Sesc que se sensibilizou com a dificuldade que temos de levar nosso trabalho para outros estados, até mesmo dentro da própria região Norte.

 

O Projeto - O Sesc Amazônia das Artes busca viabilizar a circulação e o intercâmbio de espetáculos  com artistas pertencentes a produção cultural da amazônia legal (Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Tocantins e Mato Grosso). 

 

A preocupação é auxiliar na divulgação dos artistas que encontram muitas dificuldades de infra-estrutura e integração, para exporem seus trabalhos fora de seus estados. São escolhidos dois trabalhos de cada modalidade entre dança; teatro; musicais e exposições de obras de arte.

 

 

Podcast com o diretor do Arteatro, Márcio Sergino

Carolina Costa e Marília Grande

 

O Anima Mundi é o maior festival de animação da américa latina. Ocorre desde 1993, todo mês de julho no Rio de Janeiro e São Paulo, onde são exibidos curtas, médias e longas metragens, além de seriados e comerciais. O festival promove um concurso paralelo que acontece pela internet, o Anima Mundi Web, com trabalhos executados com o programa flash.

 

Os vídeos ficam disponíveis no site do concurso, aonde os internautas podem entrar e escolher a melhor animação. A competição chegou até o celular, uma competição online com animações realizadas para aparelhos celulares. Este ano, o Cine Sesc disponibilizou uma seleção das melhores animações do festival, foram 35 animações exibidas para todas as idades.

 

Confira um dos vídeos infantis que fez parte da seleção exibida em Boa Vista:

 

Marcelo Seixas

Foto: Marcelo Seixas

Eu e Andréa acabamos chegando á conclusão de que cinco minutos é pouco tempo para falar da cultura do nosso estado. O resultado da mistura da vários povos, com costumes e raças diferentes acabou transformando Roraima em um grande caldeirão cultural. E nós, eu neta de cearences e Andréa que veio da Pernambuco tentar a sorte nesta terrinha, somos exemplos claros que compõe esse caldeirão.

 

Bom, para fazer o videocast pensamos em várias coisas, artesanato, cultura indígena, gastronomia, artes plásticas, teatro… Enfim, como não daria pra abordar todos esses assuntos decidimos falar sobre teatro. Não querendo puxar a sardinha para o meu lado!

Hehehe…

 

Resolvemos então acompanhar um ensaio da Cia. Arteatro, para mostrar os bastidores de uma montagem teatral. Afinal, quando nós assistimos a uma peça prontinha não imaginamos quanto trabalho tem por trás do resultado final.

 

A Cia. Arteatro está se preparando para apresentar a peça O Santo Inquerito, de Dias Gomes. O grupo já trabalha com o texto há quatro anos e já apresentaram o espetáculo em outros estados como Amazonas e Ceará. Desta vez irão para Cuiabá/MT, através do projeto do SESC, Amazônia das Artes.

 

O resultado dessa experiência vocês poderão ver no nosso vídeo!

Alunos da 1ª a 4ª  série da Escola Estadual Princesa Isabel encenaram a peça ‘Os Saltimbancos’ no Palácio da Cultura em outubro de 2008. É uma história de quatro animais: jumento, galinha, cachorro e gata que formam um grupo musical para fugir dos maus tratos e começar uma nova carreira artística.

Ao longo da história o grupo reencontra seus donos e, temendo serem novamente escravizados, unem-se para enfrentá-los. Saindo vencedores, a peça tenta passar a idéia de que a união pelos objetivos corretos supera todas as dificuldades.

Além da boa mensagem, a peça teatral também serve para desinibir e tornar os estudantes mais participativos. Essa atividade teatral tem objetivo de despertar os alunos para uma prática criativa, focalizando o desenvolvimento da expressão corporal e social.

Veja o vídeo que eu, Alessandra e Marcos gravamos e divirta-se.

 

 

vanessa2013por Andréa Santiago

Sempre gostei do mesmo sabor de sorvete: flocos

da mesma cor: vermelho

mesmas comidas: pizza, macarronada

Músicas… apenas as que tocavam na rádio insistentemente, os jabás dos radialistas

Aquelas músicas que viram tema de novela, com um refrão pegajoso ou então uma coreografia fácil de imitar.

Mudei! Agora, quando compro um cd, escuto todas as músicas, não apenas as que são sucesso.

Pasmem! Percebi que aquelas faixas não tocadas na Globo são as melhores.

Foi assim que me apaixonei pelas canções da Vanessa da Mata, sentindo as suas músicas, todo dia um pouquinho!

Pena! As pessoas não estão se permitindo tentar…No show do Parque Anauá havia pouca gente, se comparado ao show do Vitor e Léo e do Sacode que foram pagos.

Ao final, pessoas disseram que não gostaram pois só conheciam 2 ou 3 músicas, as da novela, claro! E que não dava para dançar… Eu dançei! E muito!

O que quero dizer com este post não é que vc é obrigado a gostar de Vanessa ou similares, só estou pedindo que experimente….

por Andréa Santiago

O FATO:
Uma obra de arte da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo sofreu um ato de vandalismo dias atrás. O alvo foi um dos quadros da Via Sacra, que sofreu um corte exatamente sobre o órgão genital de Cristo.

A obra é arte do artista plástico Augusto Cardoso e simboliza a ressurreição de Cristo, com a imagem de Jesus Cristo completamente nu. Para o artista a ação foi uma má interpretação da arte.

MINHA OPINIÃO (que fique claro! A MINHA opinião)

Nada justifica uma pessoa danificar uma obra artística, o trabalho de alguém, isto é desrespeito e falta de educação! Existem outras maneiras de demonstrar insatisfação.

Uma pergunta eu faço com todo respeito aos católicos. Por qual motivo as pessoas nunca foram rasgar o Jesus Cristo loiro que a igreja pinta? Afinal, conforme as características genéticas da época, ele era negro. É bem provável que se Augusto tivesse pintado Jesus negro, este também tivesse sido rasgado.

Curioso pensar em alguém que tem o trabalho de sair de casa para estragar o trabalho de alguém, esta energia deveria ser gasta em outras coisas mais importantes. Ele deveria ir questionar os políticos que roubam o nosso dinheiro, tentar de alguma maneira mudar o mundo em que vivemos.

Não posso esquecer-me dos fiéis que afirmam que a nudez de Cristo não pode ser aceita, uma vez que ele representa a pureza. Respondam: desde quando nudez não representa pureza? Ora, nascemos nus! Os homens inventaram as roupas e a maldade no olhar.

Devo admitir que também causou-me espanto o quadro, por transgredir, fugir do comum, ser novidade. É natural! A primeira mulher que fez topless chocou, muitos pensaram: Manda essa doida se vestir! A primeira vez que uma pessoa deixou de morrer por receber sangue de outra: Isso não pode! Vai contra a lei natural da vida!

Agora pronto! Tudo é normal!
As pessoas não se chocam com crianças nas ruas em vez de estarem na escola, com a fome, com nada! É só o tempo de se acostumarem.

Ah não, esqueci! Um quadro ainda choca… Hipocrisia!

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